terça-feira, 16 de junho de 2009

Resumo das memorias

Memórias de Graciliano Ramos e João Ubaldo
Eliete Fonseca e Thayse

Graciliano Ramos escreveu em seu livro “Infância”, que teve um pai impaciente para lhe ensinar a ler e que apanhava de seu pai por não conseguir ler; só conseguia ficar a vontade com os livros quando seu pai estava distante dele porque quando seu pai estava ao seu lado aprecia que lhe causava um broqueio que ele dava o nome de medo, medo de apanhar e por isso não conseguia decifrar nada do que estava tentando ler. Felizmente Graciliano tornou-se um grande escritor, superando os traumas que viveu em sua infância em torno da leitura.
Diferente de Graciliano Ramos João Ubaldo que já tinha pais mais esclarecidos em termo de leitura, mas mesmo João Ubaldo tendo uma família ligada à leitura teve um pai muito ansioso e que fazia muita pressão para que seu filho começasse a ler o mais rápido possível, João Ubaldo sempre foi fascinado pela leitura e toda essa pressão não o desanimou em estar lendo freqüentemente.
Tanto Graciliano Ramos e João Ubaldo aprenderam que ler e escrever é paciência e dedicação aprenderam isso desde pequenos.
Memórias Eliete “Leitura”
No ensino infantil quem li para nos era sempre a professora, lembro-me que a professora lia após o horário de parque, eu não costumava prestar atenção por que estava cansada de brincar e queria mesmo era dormir.
Quando fui para o ensino fundamental começou meu sofrimento no ensino fundamental era usado a cartilha caminho suave, aprendíamos a ler as famílias do BABA..., não sofri de minha professora nenhum tipo de palmatória, mas em compensação de minha mãe apanhei muito porque não consegui ler o bendito D de dado, quando li os relatos de Graciliano Ramos lembrei-me de minha mãe, superei os traumas e não sou nenhuma escritora, mas gosto de ler.
Memórias Thayse
Segundo Thayse ela ganhou seu primeiro livro quando estava no pré o livro chamou-lhe a atenção devido ao tamanho; segundo ela maior que ela, sua lembrança marcante foi quando sua mãe lhe fez uma dedicatória em seu livro e Thayse achou que sua mãe tinha rabiscado seu livro novo

quarta-feira, 10 de junho de 2009

memorias de João Ubaldo e Graciliano Ramos

João UBaldo




Memórias de João Ubaldo e Graciliano Ramos

João Ubaldo nasceu em lar em que a leitura estava muito inserida na família, por isso a leitura não foi algo que pudesse dar algum tipo de medo ;João Ubaldo amava a leitura mesmo sem saber ler, porque via seus pais na posição de leitores, e amava o contato com os livros, cheirá-los
João Ubaldo usa como técnica conhecer primeiro o autor para sua leitura ficar mais prazerosa.



Graciliano Ramos superou seus traumas e soube valorizar sua escrita e leitura tornando-se um grande escritor, provavelmente em seu livro quando relatou sobre o que sofreu para aprender a ler, tomei mais como um alerta, porque sempre há pessoas que tentam nos ensinar alguma coisa , mas essas pessoas não tem dominiu e podem nos causar traumas, como foi o caso do pia de Graciliano que tentou faze-lo aprender a ler com metodos de palmatoria causando-lhe um certo bloquei devido ao medo de apanhar.



foto de Graciliano Ramos

terça-feira, 2 de junho de 2009

seminário 6

O livro impresso é algo que faz parte da nossa história mesmo havendo o surgimento do livro virual, as pessoa poderão a ter a curiosidade de ver como é .
Mas as pessoas que estão acostumadas a folhear as páginas e de poder levar seus livros para onde forem oui até mesmo grifar partes que lhes são mais fascinates, talvez o livro virtual possa ser mais uma estrategia para incentivar a leitura.

memórias de João Ulbado Ribeiro


Ao contrário de Graciliano Ramos , João Ubaldo teve experiencias bem interessantes em sua fase de contato com leitura, porque tinha contato e presenças da leitura em sua casa que era cercada de livros e dos masi variados

O pai de João queria faze-lo admirador das obras clássicas, João antes de aprender a ler fazia o pseudo da leitura de acordo com as imagens que aprareciam nos textos , a emoção de ler desencadeou um frenesi cada vez maior e João não se continha e queria ler cada vez mais e era tudo que se referia a leitura principamente poemas.

Ler para João Ubaldo era sobre tudo expandir conhecimento, sendo que sua leitura é uma contexto familiar, que já esta inserido desde João Ubaldo muito.
João Ubaldo usa como tecnica conhecer primeiro o autor para sua leitura ficar mais prazeirosa.

Mergulho num lago gelado

Escrever é uma prática que vai ampliando a cada escrita , mas se não tiver atençaõ com que escreve esta escrita pode tornar-se dificil sua compreensão principalmente para quem vai ler.
escrever é expressar-se de maneiras de formas de pensamentos, consite em reler o que já foi escrito, para das continuidade ou não ao que se escreve.
"ler geralmente procede o escrever".
quando se escrever o autor pode corrigir sua obra, quando se escreve pode tornar real sua fantasia atarvés do que esta escrito, dando á ele vida nas palavras e vida para quem le o você escreveu.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Como Escrevo


Antonio Torres foi o escritor que escolhi para ler para o pessoal da sala,
o que mais me chamou atenção no texto e na vida deste escritor foi a forma dele escrever suas histórias, usa como fonte para seus textos pessoas reais, fatos de sua época , suas histórias elas adquirem vida e as pessoas que de certa forma serviram para o desenrolar de suas histórias saem de cena e ficam somente os personagens, a vifda real some e geralmente ficam as histórias.
Seus textos servem de alimento para continuar escrevendo, seus romances sofrem vários deslizes,
PORQUE ESCREVO?(ANTONIO TORRES)
"ESCREVO POR CAUSA DAS MANIFESTAÇÕES DAQUELE POVO QUE CHORA QUANDO ME OUVIA RECITAR UMA POESIAS NA INFÂNCIA. ESSE POVO QUE AI ME CHAMAR PARA LER REZAS QUAMDO ALGUÉM ESTAVA MORRENDO, ESSE POVO QUE CHAMAVA PARA LER SUAS CARTAS. TUDO ISSO ME DAVA MUITO ESTIMULO, DE UJMA MANEIRA OU DE OUTRA. ACHO QUE JÁ CRESCI SENTINDO DENTRO DE MIM A NECESSIDADE COMO UMA COISA SOCIALMENTE ÚITL, COMO UM SERVIÇO."
JORNAL DO BRASIL 21/12/02007

Estratégias que utilizamos antes de escrever

Inicira um texto para muitas pessoas pode ser muito exaustivo, mas quando se tem estratégias essas exaustação pode ser alivaida ou até mesmo sanada pelas estratégias.
elebora-las pode ajudar no processo de escrita e desenvovimento de um texto,
ter um tema para inicira sua escrita ou conteúdo com começo meio e fim.
gerar idéias sobre o tema:
Em nossas mentes ficam guardados lembranças, momentos tanto triste como alegres, compacto pessoais ou de pessoas que conhecemos, informações do mundo; são idéias que servir como temas para iniciar uma escrita
Conhecer o leitor:
O esscritor precisa ter um objetivo, para quem vou escrever? para que público ? infantil, infantujuvenil, adultos jovens e outros,
esta informação é imporecidivel para um escritor saber quem vai ler seus livros, tendo esta questão mais clara buscar informações sobre seu publico o que eles procuram quando leem algum livro que tipo de informação querem .promover assuntos para seus leitores possam envolver-se nas histórias, e procurar alguma identificação com o escritor.
Escolher um gênero:
O gênero é uma caracteristica da necessidade de comunicação, a escolha de um texto para ser produzido envolve uma série de decisões que o escritor precisa tomar, organizar o texto, o tom, e as estruturas sintáticas possíveis.
ler outros textos dos mesmos gêneros para apreciar suas caracteristicas e então criar repertório de recursos linguisticos.
Planejar o tema escolhido direciona o atividade de escrita para uma abordagem mais ampla.
Pensar quem vai ler, ter um conhecimento prévio do gênero em questão á sua escolha.

A FILOSOFIA DA COMPOSIÇÃO


Algo muito interessante que Allan Poe trás em sua fala é sobre a questão de escrever, que há vários meios que podem influênciar um escritor.

principalmente os acontecimentos de sua época, seus sonhos, suas reflexões.

o buscar dentro de si mesmo as emoções com histórias escritas, dá até impressão que ele faz uma leitura em voz alta do que já escreveu, para ´poder sentir e experimentar sensações diferenciadas, ele parace que toma o corpo do leitor para escrever auilo que seus leitores querem ler em textos

para Poer é uma Gestação que a cada dia ganha vida , acredita no poder da beleza como excitação para desebvolver um trabalho, potencializando o que há de ser escrito.



mediante do que li cada escritor usa estratégias diferentes para suas obras ganharem vida, no caso de Poer a tristeza é uma estratégia para dar vida as suas produções escritas.

quarta-feira, 20 de maio de 2009



O CORVO
Edgar Allan Poe
Tradução de Fernando Pessoa (1924)

Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste, Vagos curiosos tomos de ciências ancestrais, E já quase adormecia, ouvi o que parecia O som de alguém que batia levemente a meus umbrais. "Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais. É só isto, e nada mais."
Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais. Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais - Essa cujo nome sabem as hostes celestiais, Mas sem nome aqui jamais!
Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais! Mas, a mim mesmo infundindo força, eu ia repetindo: "É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais; Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais. É só isto, e nada mais."
E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante, "Senhor", eu disse, "ou senhora, de certo me desculpais; Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo Tão levemente, batendo, batendo por meus umbrais, Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais. Noite, noite e nada mais.
A treva enorme fitando, fiquei perdido receando, Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais. Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita, E a única palavra dita foi um nome cheio de ais - Eu o disse, o nome dela, e o eco disse os meus ais, Isto só e nada mais.
Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo, Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais. "Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela. Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais. Meu coração se distraia pesquisando estes sinais. É o vento, e nada mais."
REFLEXÃO DO CORVO

A tristeza innicia-se dentro deste poema , os sonhos , as lembranças que estavam guardadas foram usadas para vida a este poema de Allan Poe

A solidão parece ser cada vez mais prómixa, quando se depara com sua janela batendo com a força do vento.

Leitura



Ao ler este pequeno trecho de um livro "Infância, de Graciliano Ramos,' pode perceber o quanto foi sofrido a inicialização da leitura na vida do autor, as sofridas palmatória, até o medo de aprender a ler acho que tornou tudo um mais dificil para o autor quando criança.

Antigamente era assim mesmo que se aprendia a ler decorando, e os traumas que ficam, ainda bem que Graciliano não desistiu de escrever e tornou-se o grande escritor que foi de nossas épocas.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

RAQUEL DE QUEIROZ

"A inspiração não vem para todos" e "Escrever"
É como já podemos ter visto a palavra inspiração esta bem gasta mesmo, o ato de escrever não é fácil, ele exige da pessoa uma dedicação e um entedimento do que se escreve, se não se escreve culpa-se a inspiração é mais fácil, hoje não posso escrever pois não estou inspirada!!!
Será que se nos dedicarmos um pouco para exercermos nossas habilidades de escrever, conseguiremos algo?
como escrevi anteriormente escrever não é fácil, principalmente para quem vai ler depois o que escrevemos, precisamos ser claros quando escrevemos para alguém, para que ele possa entender um pouco o nosso pensamento.
Acredito que o ato de escrever ele ganha estatos a cada dia a cada dedicação do sujeito, que vai se aperfeiçoando a cada nova escrita, ler também é fundamental para a ampliação dessa habilidade
e lendo como Raquel de Queiroz via tudo isso cheguei ao reflexão acima citado.

Seminários da Sala


29 de abril começamos as apresentações dos seminários, principalmente do nosso grupo, que falamos um pouco da leitura Silênciosa, e de como era essa leitura, quem podia ler em voz alta para os outros, "eram os que tinham o dominio de tudo ou seja controlavam as reflexões dos outros ouvintes, pois quem lia já fazia a interpletação dessa leitura.

penso que a história da leitura é algo fascinante e muito além do que eu imaginava, apesar que não podia imaginar toda essa história mas foi fascinante, simplismente enriquecedor.

pude perceber mais uma vez que a leitura não tão simples e que sua interpretação também não, existe algo de se entregar ao que ler envolver-se com a leitura, procurar lugares para uma leitura surpreendente, e se não conseguir uma reflexão ler novamente, mas será que a cada retomada de leitura terá a mesma reflexão ?

seminário Leitura Silenciosa

RESUMO

Os leitores silenciosos

MANGUEL, A. Uma história da leitura. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p. 57-71

A leitura até o século I era feita em voz alta, pelos filósofos e pensadores da época, tanto sozinhos como em suas oratórias aos seus discípulos.
Para os pensadores dessa época, a leitura em voz alta dava às palavras mortas do papel o poder de voar, dar vida.
Era importante ouvir o som das palavras, pois ler era uma forma de pensar e falar.
O primeiro registro na literatura ocidental que documenta o exercício da leitura silenciosa foi feito por Santo Agostinho, em suas Confissões, no ano 383, onde ele se refere a Santo Ambrósio: “Quando ele lia, seus olhos perscrutavam a pagina e seu coração buscava sentido, mas sua voz ficava em silêncio e sua língua quieta” (p. 58). Antes desse registro, foram encontrados outros relatos, mas todos incertos.
Santo Agostinho também experimentou essa leitura silenciosa e relatou-a em suas Confissões, por volta de 386, quando ele e seu amigo Alípio leram as Epistolas de Paulo como nós a leríamos hoje: em silêncio, para o aprendizado privado, e em voz alta, para compartilhar com sua companhia a revelação do texto.
A leitura silenciosa só se tornou prática usual no Ocidente no século X.
A leitura em voz alta se explica pela tecnologia de escrita empregada naqueles tempos. A escrita antigamente era muito complexa, pois não havia a separação das palavras, nem a diferença entre letras maiúsculas e minúsculas; e nem pontuação, como a temos hoje. Não havia sentido de direção, pois era feita em rolos. Para compreender o texto o leitor tinha que lê-lo em voz alta, para evitar os erros de interpretação atribuir sentido às palavras grafadas sem segmentação ou qualquer sinal gráfico que facilitasse sua discriminação visual rápida. Cabia ao ouvinte “desembaralhar o que ao olho parecia uma linha contínua de signos” (p.64).
As línguas primordiais da Bíblia (aramaico e hebreu) não faziam diferença entre o ato de ler e de falar, dando a ambos o mesmo nome.
Quando os monges copistas começaram a tradução das escrituras Sagradas e a organização desses textos em paginas, capítulos e a criar um sistema de pontuação, foi que se começou a utilizar a leitura silenciosa como norma dentro dos scriptorium (lugar onde os monges escreviam), pois os monges deveriam ter uma leitura mais concentrada e com reflexão para que a tradução e também a cópia saísse perfeita.
A leitura silenciosa também podia representar muitos perigos, pois a Igreja na época, não podia imaginar a leitura silenciosa de suas escrituras. Muitos pensadores da época fizeram suas próprias interpretações acerca dessas escrituras e assim levantaram hipóteses contrárias ao que a Igreja pregava. Entre eles, Martinho Lutero, que no ano 1517 proclamou as 95 teses contra a prática das indulgências e outros abusos eclesiásticos.
Certamente Santo Agostinho no ano de 383, não imaginava que o que ele observou em Santo Ambrósio se tornaria uma prática tão usual nos séculos seguintes, com uma multidão de leitores silenciosos onde quer que olhemos.
a Leitura ouvida

MANGUEL, A. Uma história da leitura. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p. 131-147

A leitura se tornou privilégios de poucos, pois sendo a igreja a detentora do saber, esse privilegio só chegava a quem podia pagar por ele.
Na Idade Media era comum a pratica de ouvir alguém ler, pois a alfabetização era rara e os livros, propriedade dos ricos.
Nas cortes, e às vezes também em casas mais humildes, os livros eram lidos em voz alta, tanto com finalidade de instrução quanto de entretenimento.
Por volta do ano 529, quando São Bento fundou o seu mosteiro, uma das regras era a leitura em voz alta, por um dos monges, durante as refeições.
A partir do século XI, em toda a Europa joglars intinerantes recitavam ou cantavam versos deles mesmos ou de autoria dos mestres trovadores, armazenados em suas prodigiosas memórias.
No século XV os Évangiles des Querovilles (Evangelhos das rocas), mostra quão fluidos podiam ser essas leituras informais, pois registra situações em que as mulheres da época, observando o que os homens escreviam sobre elas nos pasquins, começam a se reunir para comentarem essas leituras e dar a sua visão feminina.
No século XVII era muito comum ver pessoas reunidas em estalagens à beira das estradas para ouvir alguém lendo para eles.
No começo do século XIX, quando a imagem de uma mulher culta ainda era desaprovada na Inglaterra, ouvir leituras tornou-se uma das maneiras aceitas para as mulheres estudarem.
Com o passar do tempo começaram a surgir jornais de movimentos sindicais, que divulgavam notícias sobre a modo desumano como operários eram tratados nas fabricas de charutos. Mas essas políticas não chegavam aos trabalhadores, pois esses, na grande maioria eram analfabetos.
Em 1865, Saturnino Martínez, charuteiro e poeta de Cuba, publica o jornal La Aurora, voltado aos trabalhadores, publicando alem de política, ciência e literatura, poemas e contos.
Mas ele logo percebeu que o analfabetismo impedia que suas publicações chegassem a quem ele realmente quer atingir. Então ele teve a idéia de pôr leitores dentro das fábricas e, assim, com a ajuda de diretores de fabricas foi implantado um lector oficial que tinha a tarefa de ler para os trabalhadores enquanto esses trabalhavam.
Além de notícias, essas leituras também versavam sobre a literatura da época. Em pouco tempo isso se tornou conhecido e o governo a considerou a atividade “subversiva” e a proibiu através de um decreto em 1866. As leituras mesmo assim continuaram acontecendo de forma clandestina, mas por volta de 1870 ela desapareceu por completo.
Mas ela não foi esquecida, e ressurgiu em solo americano, levado pelos próprios operários depois da guerra dos Dez Anos da Independência de Cuba.
Ouvir alguém lendo para eles, descobriram os charuteiros, permitia-lhes revestir a atividade de enrolar as folhas escuras do tabaco – atividade mecânica e entorpecedora da mente – com aventuras a seguir, idéias a levar em consideração, reflexões das quais se apropriar (p. 136).
Com o passar dos tempos a leitura em voz alta para ouvintes tornou-se habitual, pois ouvir alguém ler permite ao ouvinte uma escuta intima das reações que normalmente devem passar despercebidas.
Ler em voz alta não é um ato privado, é a leitura feita para compartilhar o texto. A escolha do material de leitura deve ser socialmente aceitável tanto para o leitor como para o publico.
Perguntas:
1 – O que se pode aprender com a leitura ouvida?
com a leitura ouvida aprendemos a ter atençaõ com que esta sendo lido, podemos experimentar diversas sensações principalmente quando não sabemos o que vem depois. fica na expectativa

sábado, 18 de abril de 2009

Roda que roda...









Chegaram ao termino nossa roda de leitura, onde cada um de nos falamos de nossos livros e de nossas experinências enquanto lemos.

bom eu li o livro de Rosa Montero " A Louca da Casa", a primeria coisa que me chamou atenção nolivro foi a capa, não tenho o costume de escolher um livro pela capa e sim pelo seu contexto de contracapa; mas o livro de Rosa Montero foi diferente na capa tinha uns anões. e uma menina e outras pessoas, mas fiquei intrigada somente som os anões, então resolvi ler para encontrar respostas para minhas curosidades e as encontrei, no livro quando a autora se refere aos anões ela diz que se via como um deles, devido a tuberculose que sofrerá quamdo criança, e por causa dessa doença ela ficou com uma aparência semelhante a de um anão. Ela os acham de fantasma pois aparecem em suas histórias sem ela mesmo perceber.




Algumas citações de Rosa Montero em seu livro sobre a leitura e escrita.



"Ontem reservei o dia inteiro para escrever. E quando digo escrever assim, a seco, sem adjetivos, estou me referindo a textos meus, pessoais: como contos, romances, este livro..."pag35


"... Uma idéia escrita é uma idéia ferida e escravizada a uma certa forma material; por isoo dá tanot medo sentar-se par trabalhar, porque é uma coisa de certo modo irreversível." pag 39


"... Leitura é um caminho de conhecimento que precisamos percorrer carregados de perguntas, não de respostas,..." pag 43
" A qualidade literária é um dos valores mais subjetivos emais dificilmente mensuráveis que conheço".
Em nossas rodas de leitura pude perceber que a leitura e a escrita é uma habilidade que desenvolvemos conforme cada um se dedica á ela, talvez eu a classifique como algumas horas de dedicação e reformulação ou averiguar o que se escreve ou que se lê, pois geralmente o que acontece quando escrevemos é que não procuramos reler, para que nossas palavras possam ter entendimento para quem for ler futuramente.
As leituras começam a ter outras maneiras de se ler pelos menos para mim, agora procuro saber quem é autor, qual a essencia de seu livro, datas para saber o que influêncio ou não a escrita do livro... As vezes penso se isso pode virar uma neurose!!!!
mas acho que vai depender somente de mim, buscar leituras que possam me fazer bem, acresetar novos conhecimentos através de minhas leituras e escritas, e por falar em escrita acredito que a escrita ela se amplia conforme se escreve e se lê... quanto mais intensa for minha leitura melhor será minha escrita.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Catar Feijão



Este foi o texto que recebemos para fazermos uma reflexão sobre nosso comportamento quando estamos lendo, como lemos, o que nos incomada, e outros.
Bom eu consegui me concentra no texto pois estava prestando atenção no que me incomodava durante minha leitura, mas o que mais me chamou a atenção foi o texto Catar Feijão, pois lembrei-me de quando minha mãe mandava eu ir catar feijão para cozinhar, mas ela fazia isso no mwlhor de minha brincadeira, pois eu brincava muito, e não queria para de brincar para ir catar feijão.
quando vi o texto lembrei-me pronto feijão de novo, mas agora é diferente estou em sala e não catar feijão.
Percebi que quando estava tenho mania de ficar mexendo em coisas que possam estar em minha frente, como caso era minha borracha, virava-a de um lado para o outro, mais não me incomodava, só me incomodei quando um pernilongo começou a zumbir em meu ouvido.
O texto não conseguia ler pois estava preocupada mesmo era com minhas ações e não com o texto.

Leitura do Livro Como se Lê, como se escreve


Na aula da quarta -feira forma lidos dois textos, um de Ligia Fagundes Teles e um de Ana Maria Machado.
Ligia Fagundes descreve que " Tudo dependo do tempo e do acaso e que escrever é um ato de amor e o amor não pode ser adiado.
Já Ana Maria descreve que quando não tem esperança, fica dificíl escrever para criança.
Na sala levantou-se uma grande polemica, pois uns defendia Dom e Inspiração... dando-se a entender que Dom e inspiração são para os privilegiados.
São dois "adjetivos ", que pesam muito na vida de uma pessoa, será que temos mesmo que ter inspiração para podermos escrever um poema ou uma carta?, precisamos ter Dom para compor? também não sei as respostas, mas não é fácil escrever principalmente quando é para os outros lerem.

sábado, 14 de março de 2009


Esta é Rosa Montero atualmente estou lendo o livro " A Louca Da Casa"

Tem um trecho de seu livro que ela escreve " Escrevemos sobre o que os outros já escreveram.

gostei do livro pois ela ao ver algumas pessoas com caracteríticas inusitadas, ela já imaginava uma história para.

Cada pessoa tem um traço em seu perfil que as vezes as pessoas que estão de fora pode obeserva-las e faze-las ter sentido pelo para elas que observam ( meu pensamento)

Minhas experiências com Leitura

Minhas primeiras leituras aconteceram no pré, minha professora Miriam sempre lia histórias para sala depois do lanche, ela dizia que era para nos acalmar depois de tanta correria no parque...
Pouco prestava atenção talvez mesmo por causa do cansaço do parque, a professora não nos deixava pegar os livros pois tinha medo que ele fossem danificados, então só ela podia pega-los.
com meus 5 anos gostava de folhear gibis, mas não sabia ler ficava encantada com as gravuras.
quando fui para o ensino fundamental comecei a aprender a ler tive muita dificuldade em ler ajuntar as letras como dizia minha Professora Vera, usavamos a cartilha caminho suave. Nesta cartilha gostava mesmo era das gravuras e pouco me importava o que estava escrito, mas como minha mãe ficava brava porque eu não lia e , tinha que aprender de qualquer jeito... bom minhas leituras depois de muito esforço foi a de uma lata de óleo Violeta, nossa até hoje lembro-me da feição de minha mãe que ficou radiante com minha leitura pis antes só lia se via a imagem pois eu associava a imagem a escrita, mas desta vez li mesmo sem imagem só escrita.
Quando fui para o ensino médio meu professor de Língua Portuguesa dava como trabalho para notas leituras de livros sa série Vaga Lume, amava pois tinha escrita e imagem, meu professor Amaro era um ótimo professor pois foi através dele que comecei a pegar livros e ler por prazer, hoje tenho o hábito de ler por prazer e gosto muito.
E agora estudando no ISE , teremos algo bem mais profundo em relação a escrita e a leitura, saber ler entender profundamente o que os autores querem que entendamos através das leituras que são oferecidas